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    BNDES Creates R$200 mil. Program to Stimulate Carbon Credits

    By Keith R | June 11, 2007

    Topics: Climate Change, Economics & the Environment, Environmental Protection, Waste & Recycling | No Comments »

          
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    From the National Economic and Social Development Bank (BNDES):

    BNDES creates BRL 200 million program to encourage negotiation of carbon credits

    Funds will be placed in mutual participation funds in companies that adopt clean technologies

    BNDES created a new program to encourage ventures that adopt clean technologies, fomenting the generation of carbon credits in the market.

    The president of the Bank, Luciano Coutinho, launched on Tuesday, 5, the Program BNDES Desenvolvimento Limpo [BNDES Clean Development], which foresees the creation of closed mutual investment funds to support projects which are able to generate RCEs (documents known as Certified Emission Reduction), within the scope of the Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) [Clean Development Mechanism], of Kyoto Protocol. RCEs are carbon credits negotiated in the global market that are linked to projects which adopt clean technologies in detriment to polluting technologies.

    The new program, to be implemented by BNDESPAR, will have a BRL 200 million budget and validity until December 31, 2009. BNDESPAR participation will be limited to a maximum of 40% of selected fund quotas. These shareholding participation funds in companies that hold MDL projects may increase economic attractiveness of activities such as power generation, swine production, sanitary landfills and projects focused on energetic efficiency.

    BNDES Clean Development Program was structured by the Bank’s Environmental Department jointly with its Capital Market areas. The initiative is part of a series of measures approved to enlarge support to projects that contributed for the quality of life in the planet, by adopting measures to combat global warming and reduce greenhouse gas emissions.

    As world wide carbon markets are still in their initial phase, BNDES Clean Development Program will select, in a first stage, managers for two funds. The nature of MDL projects allows the structuring of funds addressed both to large and to small companies.

    Under the new program rules, the private managers selected will need to have experience in risk capital operations, corporate structuring, mergers and acquisitions and in MDL projects.

    Although Brazil does not have goals established to reduce greenhouse gas emission in the first period of the Kyoto Protocol commitment (from 2008 to 2012), the generation and negotiation of Certified Emission Reductions (RCEs) create a window of opportunities for national companies.

    Desde o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES):

    BNDES cria programa de R$ 200 milhões para estimular negociação de créditos de carbono

    Recursos serão aplicados em fundos mútuos de participação em empresas que adotem tecnologias limpas

    O BNDES criou um novo programa para estimular empreendimentos que adotem tecnologias limpas, fomentando a geração de créditos de carbono no mercado.

    O presidente do Banco, Luciano Coutinho, lançou nesta terça-feira, dia 5, o Programa BNDES Desenvolvimento Limpo, que prevê a criação de fundos mútuos fechados de investimento para apoiar projetos capazes de gerar RCEs (documentos conhecidos como Redução Certificada de Emissões), no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), do Protocolo de Kyoto. Os RCEs são créditos de carbono negociados no mercado internacional e estão vinculados a projetos que adotem tecnologias limpas em detrimento de tecnologias poluentes.

    O novo programa, a ser implementado pela BNDESPAR, terá dotação orçamentária de R$ 200 milhões e prazo de vigência até 31 de dezembro de 2009. A participação da BNDESPAR ficará limitada a no máximo 40% das cotas dos fundos selecionados. Esses fundos de participação acionária em empresas que apresentem projetos MDL poderão aumentar a atratividade econômica de atividades como a geração de energia elétrica, a produção de suínos, aterros sanitários e de projetos com foco na eficiência energética.

    O Programa BNDES Desenvolvimento Limpo foi estruturado pelo Departamento de Meio Ambiente em conjunto com a Área de Mercado de Capitais do Banco. A iniciativa faz parte de um elenco de medidas aprovadas para ampliar o apoio a projetos que contribuam para a qualidade de vida no planeta, com a adoção de ações de combate ao aquecimento global e à redução das emissões de gases do efeito estufa.

    Como os mercados mundiais de carbono estão ainda em estágio inicial de desenvolvimento, o Programa BNDES Desenvolvimento Limpo selecionará, numa primeira etapa, gestores para dois fundos. A natureza dos projetos MDL permite a estruturação de fundos voltados tanto para empresas de grande porte quanto para pequenas empresas.

    Pelas regras do novo programa, os gestores privados selecionados terão de ter experiência em operações de capital de risco, em estruturações societárias, em fusões e aquisições e em projetos MDL.

    Embora o Brasil não tenha metas estabelecidas para a redução de emissão de gases do efeito estufa no primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto (de 2008 a 2012), a geração e a negociação de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) criam uma janela de oportunidades para as empresas nacionais.

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