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    Developing Environmental Health Indicators for the Brazilian Amazon

    By Keith R | August 13, 2008

    Topics: Environmental Protection | No Comments »

          
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    Synopsis in English: In the wake of the recent decision to prepare a comprehensive assessment of the environmental and health challenges facing the capital of Amazonas state, Manuas, the National School of Public Health (ENSP) has decided to perform a complementary exercise for the broader Brazilian region known as “the Legal Amazon” (“Amazônia Legal”).  “Amazônia Legal” refers to the states in the Amazon River Basin — Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins and part of the state of Maranhão. Together they make up around 61% of Brazilian land areas.

    ENSP, a part of the Oswaldo Cruz Foundation (“Fiocruz“) family of Brazilian health-related public institutions, will team with the Amazon research arm of Fiocruz, the Leônidas e Maria Deane Research Center (Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane – CPqLMD) in the project.

    Whereas the Manaus project aims at developing diagnoses and scenarios, the Amazônia Legal project will seek develop a set of 50 social, economic, environmental and health indicators for the region that policymakers at all levels can utilize to monitor social, economic and environmental changes and how they impact health (in the short, medium and long terms) defined in its broadest sense. The methodology to be utilized in the project was developed by the World Health Organization (WHO) and has been adopted by the Brazilian Health Ministry‘s Environmental Health department.

    The final product will be delivered to the Pan American Health Organization (PAHO), which evidently has been lobbying to get such a project done.

    The project’s research coordinator stresses how groundbreaking the project will be, saying any search of the existing scientific journals will find nothing quite like it.
    ________________________

    Desde a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP):

    Pesquisa inédita revelará indicadores de sustentabilidade na Amazônia Legal

    Uma parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e o Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane (CPqLMD/Fiocruz) vai observar e monitorar o que ocorre na região da Amazônia Legal através de indicadores sociais, econômicos, ambientais e de saúde. O trabalho ‘Indicadores de sustentabilidade ambiental e de saúde na Amazônia Legal, Brasil’, inédito, é coordenado pelos pesquisadores Carlos Machado de Freitas (Cesteh/ENSP) e Leandro Luiz Giatti (CPqLMD/ENSP).

    Carlos Machado explica que todos os dados obtidos pelos indicadores serão trabalhados numa concepção teórica e metodológica, de acordo com o modelo ‘Forças Motrizes, Pressão, Situação, Exposição, Efeito e Ação/Resposta’, proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e adotado pela Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde. Com os dados, espera-se constituir um conjunto de indicadores que permitam monitorar como as mudanças sociais, econômicas e ambientais ocorridas na região podem impactar – a curto, médio e longo prazo – a saúde em sua noção ampliada, ou seja, ligadas às questões de renda, bem-estar, acesso ao trabalho, recursos naturais, qualidade da água ou clima.

    “Ao todo, trabalharemos com mais de 50 indicadores, e o resultado será levado para discussão com os diferentes representantes do setor saúde e ambiente nos estados da Amazônia Legal, assim como outras instituições, permitindo que todos se apropriem de um instrumento que possibilite o monitoramento e observação dessas mudanças e como elas impactam a saúde pública”, ressalta o pesquisador.

    O trabalho está acoplado ao projeto ‘Indicadores e Cenários de Sustentabilidade Ambiental e de Saúde na cidade de Manaus’. Enquanto um trabalhará no nível macro da região, o outro buscará apenas os indicadores em nível estadual. Carlos Machado conta que, na pesquisa com a cidade de Manaus, será abordada a evolução histórica dos indicadores ao longo dos anos, para que os gestores que atuem nas áreas da saúde, ambiente, planejamento urbano, econômica e social olhem para a realidade presente e tenham acesso às projeções para até 2020, mantendo-se o cenário atual de desenvolvimento da cidade. “Quando fazemos essa previsão, trazemos automaticamente para o gestor a noção de que o que ele realiza no presente terá sérias implicações no futuro”, afirma.

    “O projeto de Indicadores na Região Amazônica constitui um plano de fundo importante e fundamental para o que ocorre na cidade de Manaus, e o que acontece nesta cidade nos permite olhar como num ‘microscópio’, de forma mais detalhada, a situação da saúde amazônica”, destaca.

    Segundo Carlos Machado, todo trabalho resultará em um livro demandado pela Organização Pan-Americana de Saúde e de fácil linguagem para os gestores. Outro fato importante do projeto é o seu ineditismo. O pesquisador revela que não há um artigo nas revistas nacionais, que integram a base Scielo sobre a Amazônia Legal, juntando as questões de saúde e ambiente na parte de indicadores, fato que será mudado ao final deste trabalho.

    A Amazônia Legal é uma área que engloba nove estados brasileiros pertencentes à Bacia Amazônica e, conseqüentemente, possuem em seu território trechos da Floresta Amazônica. Fazem parte o Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte do estado do Maranhão, correspondente a cerca de 61% do território brasileiro. Historicamente, forças motrizes e pressões contribuíram para o crescimento da economia e da população, além de melhorias de indicadores de saúde e bem-estar. Esse processo vem também sendo acompanhado de transformações que indicam um modelo de desenvolvimento insustentável para as gerações presentes e futuras, originando todo esse trabalho.

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