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    Rio’s Commitment to Tackle Sewage and Trash

    By Keith R | December 26, 2008

    Topics: Sanitation, Waste & Recycling | No Comments »

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    It’s a bit of an open secret that the state of Rio de Janeiro, beautiful as it is, has a serious trash problem.  Litter is ubiquitous.  Trash (particularly drink containers) choke many waterways and drainage systems.  While the state has a reasonably good record in providing waste pick-up services to its residents, disposal has been problematic: until just a couple of years ago the state had only one true sanitary landfill, Gramacho, but it is long overdue to be shut down and in any case, has never received its environmental license to operate as the law says it must.

    Not as well known is RJ’s sewage problem: while 60% of it in the state is collected, currently only 25% of it is treated (well under the national average of 35%).  Most is discharged into waterways or, in the case of the capital city, piped out into Guanabara Bay. As a result, the Bay has become badly polluted, even threatening Rio’s famous beaches.

    It’s not due to a lack of laws and regulations on environmental protection and sanitation — RJ state has them aplenty.  It’s not for a lack of technical expertise — many of Latin America’s most respected sanitary engineers and waste experts are cariocas, and the capital city’s sanitation arm, COMLURB, is considered a leader in waste management.  [The same, however, cannot be said for the state-owned water and sewer company, Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CADAE), whose compliance and performance record to date is highly suspect, as my fellow blogger Luiz Prado recently pointed out.]

    No, in large measure it has been a lack of political will — to apply existing law as it was intended, and to make (or provide the right conditions for concessionaires to make) the needed investments — creation of sanitary landfills, recycling and composting stations, sewer networks, treatment plants, monitoring networks and in empowering and training inspectors and enforcers, to improve matters.

    (Past) Time for a Change

    On 17 December the state government committed to change all that.  It pledged to spend R$180 million every year for 10 years in sanitation upgrades, with funds from the state, the feds and the World Bank and through public-private partnerships (PPPs), with the goal of raising the sewage collection and treatment rates statewide to 80%.  It also committed, via its Zero Dumps (Lixão Zero) program, to eradicate all waste dumps in the state in those same 10 years.

    These commitments were codified in an agreement signed on 18 December between the governor, the state environment secretary, and the president of CEDAE.  Also signed were two new decrees, one regulating charges by basic sanitation concessionaires for water use, the other creating a special commission that will draft a bill for a State Basic Sanitation Law to be sent to the state assembly.

    Closing Gramacho?

    At that ceremony the state environment secretary,  Marilene Ramos, announced that Gramacho will finally be closed in 2009.  [Temas Note: This is will not be the first, or even second or third, time that the imminent closure of Gramacho has been declared, so we shall see what happens.] The first step in that direction was taken during the same ceremony, when a separate agreement was signed with the municipality of Mesquita, which has agreed to stop trucking its municipal waste to Gramacho and instead take it to the new sanitary landfill of Nova Iguaçu.

    Closing the Dumps

    The environment secretariat says that RJ has 49 trash dumps cataloged, 26 of which have catadores (waste pickers) working in them, often families with children, earning their living from selling the recyclables they fish out of the dumps.  The state intends to close every one of them in the next 10 years and redeploy or find employment for the catadores involved.

    The state will help municipalities with funding if they close their dumps and fix their waste collection and disposal issues, but will step up enforcement and sanctions for those that don’t, particularly aiming at preventing new dumps from springing up to replace the closed ones.

    Eleven new sanitary landfills so far have received their environmental license to open and operate, and seven more are in the process of receiving theirs.

    Sanitation Commitments

    At the signing ceremony the governor and CEDAE President Wagner Victer signed agreements with the municipalities of Volta Redonda and Piraí to provide them with sewage collection and treatment.

    Victer also outlined some of the sanitation measures envisioned in the near and medium-term.  In February a new wastewater treatment station (Estação de Tratamento de Esgoto – ETE) in Barra da Tijuca, and collection of sewage in Paquetá Island (a beautiful island in the middle of Guanabara Bay that does not allow cars and is popular tourist spot) will be expanded by the end of the first quarter of 2009.

    Victer pledged to meet the collection and treatment goals in the state capital within five years, not 10.  CEDAE will also take over the task of treating the lechate from the Gramacho landfill (so that it does not find its way into nearby Guanabara Bay).

    Program Funding

    To meet the costs of the commitment, Rio annually will earmark 60% of the State Environmental Protection Fund (Fundo Estadual para a Conservação AmbientalFECAM) — about R$150 million — 105 of that amount earmarked just for the Zero Dumps Program alone.  In addition, 70% of the State Water Resources Fund (Fundo Estadual de Recursos Hídricos – Fundrhi) — R$20-40 million — will be earmarked annually for the initiative.  In 2009, the total from the two Funds earmarked is R$180 million.

    RJ will also get R$300 million from the Program for Accelerated Growth (Programa de Aceleração do CrescimentoPAC), and CEDAE is getting a R$300 million loan from a federal state-owned bank, Caixa Econômica Federal (“Caixa“).  The State is negotiating with the World Bank the terms of its loan for the project and negotiating PPPs with several private parties.


    Desde a Secretária Estadual do Ambiente (SEA):

    Estado lança projeto inédito que vai resolver dois passivos ambientais: esgoto e lixo

    Um importante projeto ambiental do Estado do Rio foi lançado hoje (17/12): o pacto pelo saneamento, que amplia de 25% para 80% a coleta e tratamento de esgoto, nos próximos 10 anos, em todo território fluminense. O programa também inclui o projeto Lixão Zero, que visa a erradicar os lixões, também em 10 anos. Só do governo do Estado, o pacto pelo saneamento terá recursos de aproximadamente 180 milhões por ano, além de investimentos do Orçamento Geral da União (OGU), de Parcerias Público Privadas e do Banco Mundial.

    Um convênio com esse objetivo foi assinado nesta quarta feira (18/12) pelo governador Sérgio Cabral, pela secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e pelo presidente da Cedae, Wagner Victer, em cerimônia no auditório do D.E.R., no Centro do Rio. Na ocasião, Marilene Ramos afirmou que o aterro de Gramacho, em Caxias, na Baixada Fluminense, será desativado em 2009. O pontapé inicial foi dado durante a cerimônia, com a assinatura de convênio com a Prefeitura de Mesquita. O município será o primeiro a deixar de jogar lixo em Gramacho. O destino final do lixo que produz, a partir do ano que vem, será o aterro sanitário de Nova Iguaçu.

    O governador Sérgio Cabral destacou a importância do projeto e assegurou que não medirá esforços para concretizar o objetivo.

    – É um esforço conjunto: estado, união, prefeituras e iniciativa privada unidas para resolver um grave passivo ambiental: a falta de saneamento. O Rio não tem um índice de saneamento condizente com o padrão civilizatório e isso tem que ser solucionado – disse Sérgio Cabral.

    Para viabilizar o Pacto pelo Saneamento, que inclui a erradicação dos lixões,a secretária Marilene Ramos afirmou que vai investir pesado: 60% dos recursos do Fecam (Fundo Estadual para a Conservação Ambiental) por ano serão destinados aos projetos, o equivalente a R$ 150 milhões, e também 70% do Fundrhi (Fundo Estadual de Recursos Hídricos), o que corresponderá a uma verba aproximada de R$ 20 a R$ 40 milhões/ano.

    – Para 2009, já estão assegurados recursos de R$ 180 milhões, do Fecam e do Fundrhi. Também teremos verba do PAC, de R$ 300 milhões, e mais R$ 300 milhões de empréstimo obtido pela Cedae junto à Caixa Econômica Federal para viabilizar o projeto. Teremos ainda recursos de Parcerias Público Privadas e estamos em negociação com o Banco Mundial – afirmou Marilene Ramos.

    Já para acabar com os lixões, Marilene Ramos afirmou que 10% do Fecam serão destinados, por ano, ao Programa Lixão Zero. Segundo ela, o Rio possui 49 vazadouros e lixões, sendo que, em 26 deles, existem catadores, muitos dos quais crianças, trabalhando na coleta de material em condições desumanas.

    – Vamos investir pesado para atingir o nosso objetivo que é acabar com os lixões em 10 anos. Já temos 11 aterros sanitários licenciados no estado e estamos com outros sete em processo de licenciamento. Estamos fechando parcerias com as Prefeituras para viabilizar o Programa Lixão Zero. Os servidores do Inea irão fiscalizar todo o trabalho. Como eu digo, vamos abrir o saco de bondade com investimentos, mas também vamos abrir o saco de maldade ao intensificar a fiscalização junto aos municípios envolvidos na implementação dos aterros. Quem não estiver agindo de forma adequada, sofrerá as penalidades cabíveis – disse Marilene Ramos.

    O presidente da Cedae, Wagner Victer, anunciou uma série de medidas de saneamento, um desdobramento do pacto lançado nesta quarta feira. Segundo ele, no primeiro trimestre de 2009, o Estado irá ampliar a coleta de esgoto na Ilha de Paquetá.

    – Em 15 de fevereiro, vamos inaugurar a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Barra. Vamos tratar o chorume produzido no aterro de Gramacho e na capital fluminense, a nossa meta é ampliar o saneamento em menos tempo: em cinco anos. Portanto, o pacto pelo saneamento é mais que um pacto, é um compromisso – destacou Wagner Victer.

    Na cerimônia, Cabral e Marilene Ramos assinaram convênio para coleta e tratamento de esgoto em Volta Redonda e Piraí, no interior do estado, já um desdobramento do pacto pelo saneamento. Eles também assinaram dois importantes decretos: um que regulamenta a cobrança pelo uso da água pelas concessionárias de saneamento básico e, o outro, que oficializa uma comissão que vai elaborar projeto de lei para criação da Política Estadual de Saneamento Básico.

    No Brasil, a coleta de esgoto abrange 56% das áreas urbanas e 3% das áreas rurais. Porém, o tratamento acontece em apenas 35% dos efluentes coletados. No Estado do Rio, 60% da população possui coleta de esgoto, mas apenas 25% do esgoto coletado recebe tratamento.

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