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    A New Initiative on Chagas / Nova iniciativa sobre Doença de Chagas

    By Keith R | July 11, 2009

    Topics: Health Issues, Pharmaceutical Issues | No Comments »

          
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    From Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi):

    Forgotten and with few treatment options, Chagas debilitates and kills

    One hundred years after the discovery of Chagas disease, 100 million people remain at risk and the disease continues to debilitate and kill the poorest of the poor. Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi) today, alongside Médecins Sans Frontières (MSF), called on governments, scientific community, private sector and civil society to increase their commitment and support for research and development for better health tools (diagnostics and treatments) and improved access.

    The global campaign “Wake Up.Time to Treat Chagas Disease!” was launched during a three-day international scientific conference on the 100th anniversary of the discovery of Chagas disease, and also comes at the time of a publication of a series of articles in PLoS Neglected Tropical Diseases on the unfinished public health agenda of Chagas disease.

    “We hope this campaign will bring Chagas disease out of the shadows and helps patients with Chagas disease to gain access to better treatment options, ” said Michel Lotrowska, DNDi’s Regional Director for Latin America. “Little public or political capital currently exists for Chagas disease as the disease most affects the most vulnerable populations in some of the poorest regions in Latin American countries. Only a global effort can put Chagas disease on the top of national and international agenda.”

    Few of the millions of patients needing treatment for Chagas disease are ever diagnosed with the disease and receive treatment. When they do, there are only two medications available – benznidazole and nifurtimox, both of which have a number of disadvantages: treatment is long (30 to 60 days), with side effects and high rates of patient non-compliance. There is limited efficacy in the advanced stages of the disease, and no pediatric strength or formulation is currently available.

    “This international meeting shows there is renewed interest by scientists and practitioners to find new and better treatments to fight Chagas, but we also need sustainable funding and political commitment to make it,” commented Dr. Carlos Morel, Director of the Center for Technological Development in Health (CDTS) of FIOCRUZ. “We must unite the growing capabilities of developing countries to combine innovation in health with the scientific advances being made in research and development at leading institutes worldwide.”

    As reported in PLoS articles, Chagas disease remains at the top of the list of most neglected diseases today despite improved control and regional research efforts. Despite being responsible for one of the highest estimated disease burdens due to infectious diseases in Latin America, Chagas disease received only 0.25% (approximately US$10 million) out of 2.5 billion dollars invested in neglected diseases in 2007.

    The Chagas Campaign launched by DNDi (www.treatchagas.org), aims to raise awareness of the burden of Chagas disease and calls upon those in power to foster innovation for this silent disease by supporting innovative partnerships in R&D and facilitating new and sustainable financing mechanisms.

    “Chagas patients have been forgotten because they are poor and live in remote and rural areas, but we see that the science exists to develop better treatments,” said Bernard Pecoul, Executive Director of DNDi. “The first step to making progress at an international level is through sustainable funding and strong public support in both endemic and non-endemic countries. The draft resolution on neglected diseases, which is being considered by PAHO/WHO this year, is one example where we are moving forward and must follow through with concrete action.”

    ________________

    Desde a Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi):

    Abandonada e com poucas opções de tratamento, Chagas debilita e mata

    Cem anos após a descoberta da doença de Chagas, 100 milhões de pessoas permanecem sob risco de contrair a doença, que continua a debilitar e matar populações extremamente empobrecidas. A iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi) e Médicos Sem Fronteiras (MSF) apelam hoje a governos, comunidade científica, iniciativa privada e sociedade civil por maior investimento em pesquisa e desenvolvimento de melhores medicamentos e por maior acesso a tratamentos.

    A campanha global “Acorde Agora. É Hora de Tratar a Doença de Chagas!” foi lançada durante a conferência cientifica internacional pelo 100º aniversário da descoberta da doença de Chagas, organizada pela Fiocruz e que reúne especialistas em Chagas de todo o mundo. Ao mesmo tempo que é publicada uma série de artigos no PloS Neglected Tropical Diseases a respeito da agenda de saúde incompleta para a doença de Chagas.

    “Nós esperamos que esta campanha traga luz à doença de Chagas e ajude os pacientes desta doença a obterem acesso a melhores opções de tratamento”, comentou Michel Lotrowska, diretor regional da DNDi na América Latina. “Existe atualmente pouco compromisso político ou público para a doença de Chagas, uma vez que ela afeta as populações mais vulneráveis nas regiões mais pobres dos países latino-americanos. Só um esforço global envolvendo os setores público, privado, científico e humanitário poderá garantir à doença de Chagas um espaço de destaque nas agendas nacionais e internacionais”.

    Apenas alguns pacientes que necessitam de medicamento para a doença de Chagas chegam a receber tratamento. Quando o recebem, existem apenas dois medicamentos disponíveis – benznidazol e nifurtimox, ambos com uma série de desvantagens: tratamento longo (30 a 60 dias), efeitos colaterais e altas taxas de não adesão dos pacientes. A eficácia é limitada no estágio avançado da doença e não há formulações pediátricas atualmente disponíveis.

    “Este encontro internacional mostra que há interesse renovado de médicos e cientistas para encontrar novos e melhores tratamentos na luta contra Chagas, mas nós também precisamos de financiamento sustentável e compromisso político para alcançar estes objetivos”, comentou Carlos Morel, diretor do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz. “Precisamos unir as capacidades crescentes dos países em desenvolvimento para combinar inovação em saúde com os avanços científicos que estão sendo realizados em pesquisa e desenvolvimento nos institutos de ponta ao redor do mundo”.

    Como registrado nos artigos da PloS, a doença de Chagas permanece hoje no topo da lista das doenças extremamente negligenciadas, apesar dos esforços regionais de pesquisa e de um melhor controle da doença. Dos 1556 medicamentos descobertos desde 1975, apenas 21 foram para doenças consideradas negligenciadas. Nenhum deles, no entanto, foi destinado ao tratamento da doença de Chagas, que recebeu apenas 0,25% (aproximadamente US$10 milhões) dos 2,5 bilhões de dólares investidos em doenças negligenciadas em 2007.

    A campanha de Chagas lançada pela DNDi (www.treatchagas.org) tem como objetivo conscientizar sobre o impacto da doença de Chagas e apelar por inovações para esta doença silenciosa, por meio de apoio a parcerias inovadoras em P&D e de mecanismos de financiamento novos e sustentáveis.

    “Os pacientes de Chagas foram abandonados porque são pobres e vivem em áreas rurais e remotas, mas vemos que existe conhecimento científico para desenvolver melhores tratamentos”, disse Bernard Pécoul, diretor executivo da DNDi. “O primeiro passo para se progredir em nível internacional é através de financiamento sustentável e forte apoio público tanto nos países endêmicos quanto nos não endêmicos. A proposta de resolução em doenças negligenciadas, que está sendo considerada pela OPAS/OMS este ano, é um exemplo de como estamos avançando e que devemos dar seguimento por meio de ações concretas”.

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